
EPA divulga a segunda parte da avaliação de risco do amianto sobre usos e descartes de materiais herdados (antigos) compostos por essa substância
Em novembro, a EPA finalizou a segunda parte de sua avaliação de risco do amianto, complementando a primeira parte, concluída em 2020. Enquanto a primeira parte abordava apenas os usos contínuos do amianto crisotila, o documento suplementar avalia o risco à saúde humana e ao meio ambiente associado aos usos antigos do amianto, ao descarte de amianto, ao uso de tipos de amianto diferentes do crisotila e ao uso de talco contendo amianto.
Fonte: https://www.aiha.org/news/241205-epa-releases-second-part-of-asbestos-risk-evaluation-addressing-legacy-uses-disposal. Acesso em: 28 mar. 2025.
Guia de compliance disponível para os requisitos do Programa de Proteção Química no Local de Trabalho da Toxic Substances Control Act (TSCA)
A EPA (Environmental Protection Agency) lançou recentemente um recurso destinado a ajudar as empresas a cumprir os requisitos de um programa de Proteção Química no Local de Trabalho, ou WCPP, ao abrigo da Lei de Controle de Substâncias Tóxicas. O WCPP destina-se a abordar riscos excessivos representados por exposições químicas a pessoas em ambientes ocupacionais.
Fonte: https://www.aiha.org/news/250130-compliance-guide-available-for-tsca-workplace-chemical-protection-program-requirements. Acesso em: 28 mar. 2025.
EPA finaliza proibições de solventes TCE e PCE
A EPA anunciou, recentemente, regras de gerenciamento de risco para dois solventes frequentemente usados como alternativas um ao outro: tricloroetileno (TCE) e percloroetileno (PCE). As novas regras proibirão todos os usos de TCE e muitos usos de PCE.
Fonte: https://www.aiha.org/news/241212-epa-finalizes-bans-of-solvents-tce-and-pce. Acesso em: 28 mar. 2025.
EPA exige relatórios de dados para 16 produtos químicos
Benzeno, naftalina e estireno estão entre os 16 produtos químicos sobre os quais a EPA está exigindo que fabricantes e importadores forneçam à agência estudos de saúde e segurança não publicados, de acordo com uma nova regra da EPA. A EPA também está exigindo a submissão de estudos não publicados relacionados a efeitos ambientais e exposições a trabalhadores, consumidores e à população em geral.
Fonte: https://www.aiha.org/news/241219-epa-requires-data-reporting-for-16-chemicals. Acesso em: 28 mar. 2025.
EPA finaliza limite de exposição para tetracloreto de carbono e exige proteção dos trabalhadores
Uma regra final da EPA exige que os empregadores adotem proteções trabalhistas para o solvente tetracloreto de carbono, ou CTC. A regra estabelece um limite de exposição química (ECEL) existente para CTC de 0,03 ppm, um nível de ação de 0,02 ppm e outras medidas de gerenciamento de risco. O CTC foi banido em produtos de consumo desde 1970, e muitos usos foram eliminados na década de 1990, conforme exigido pelo Protocolo de Montreal sobre Substâncias que Destroem a Camada de Ozônio. Mas o CTC ainda é usado na produção de refrigerantes, propelentes de aerossol e agentes de expansão de espuma.
Fonte: https://www.aiha.org/news/241219-epa-finalizes-exposure-limit-for-carbon-tetrachloride-mandates-worker-protections. Acesso em 28 mar. 2025.
EPA divulga guias de compliance para nova regra PCE
Dois guias publicados recentemente pela EPA têm como objetivo ajudar os locais de trabalho a cumprir com a nova regra de gerenciamento de risco da agência para o solvente percloroetileno (PCE), que entrou em vigor em 17 de janeiro. Os guias de compliance são específicos para limpeza a seco e limpadores elétricos energizados, dois exemplos de entidades que podem continuar usando PCE por algum tempo sob a nova regra. A regra exige que a maioria dos usos de PCE seja eliminada em menos de três anos, mas permite uma eliminação gradual de 10 anos para os usos de PCE em limpeza a seco para dar tempo às pequenas empresas fazerem a transição para não mais usar o produto químico. O uso de PCE para limpar e desengordurar equipamentos elétricos energizados poderá continuar “já que não há alternativas técnicas ou economicamente viáveis”, diz a EPA.
Fonte: https://www.aiha.org/news/250116-epa-releases-compliance-guides-for-new-pce-rule. Acesso em: 28 mar. 2025.
A inalação e a exposição dérmica ao formaldeído apresentam riscos desnecessários aos trabalhadores, afirma a EPA
Em sua avaliação de risco final para formaldeído, a EPA afirma com “alta confiança” que a inalação e a exposição dérmica ao produto químico apresentam risco desnecessário aos trabalhadores, especialmente em ambientes onde o formaldeído é feito ou usado. A agência usou a sensibilização da pele para avaliar a exposição dérmica e examinou a possibilidade de os trabalhadores desenvolverem sensibilização da pele após o contato com formaldeído por meio de produtos líquidos contendo a substância.
Fonte: https://www.aiha.org/news/250123-inhalation-dermal-exposure-to-formaldehyde-presents-unreasonable-risk-to-workers-epa-says. Acesso em: 28 mar. 2025.
EPA finaliza proteções de trabalhadores e comunidades contra usos de óxido de etileno
A EPA impôs novas restrições aos usos de óxido de etileno (EtO), um pesticida usado principalmente para esterilizar dispositivos médicos. As restrições incluem o cancelamento de certos usos e o estabelecimento de um limite de exposição ocupacional para EtO em instalações de esterilização comercial de 0,5 ppm como uma média ponderada de tempo de oito horas (TWA). Este OEL, que entra em vigor em 2028, será reduzido para 0,25 ppm até 2030 e 0,1 ppm até 2035. O atual limite de exposição permitido pela OSHA para EtO é de 1 ppm, estabelecido em 1984.
Fonte: https://www.aiha.org/news/250123-epa-finalizes-worker-and-community-protections-from-ethylene-oxide. Acesso em: 28 mar. 2025.
Avaliações finais de risco para dois plastificantes usados em PVC estão disponíveis
A EPA divulgou recentemente avaliações de risco finais para os produtos químicos diisononil ftalato (DINP) e diisodecil ftalato (DIDP). Tanto DINP quanto DIDP são plastificantes usados para fazer cloreto de polivinila flexível (PVC). Eles também são usados para fazer materiais de construção, peças de automóveis, adesivos, selantes, tintas, revestimentos e produtos elétricos e eletrônicos.
Mais informações em: https://www.epa.gov/chemicals-under-tsca/epa-finalizes-tsca-risk-evaluation-diisononyl-phthalate-dinp.
Fonte: https://www.aiha.org/news/250213-final-risk-evaluations-available-for-two-plasticizers-used-in-pvc. Acesso em: 28 mar. 2025.

Estudo do processamento de aves caracteriza riscos ergonômicos e exposições ao ácido peracético
Um estudo financiado pelo United States Department of Agriculture Food Safety and Inspection Service (FSIS) descobriu que 81% dos trabalhadores em estabelecimentos de processamento de aves estavam em risco aumentado de desenvolverdistúrbios musculoesqueléticos (MSDs – sigla em inglês). Também foram avaliadas as exposições ao ácido peracético, umproduto químico usado como auxiliar de processamento antimicrobiano em estabelecimentos avícolas. A exposição a esse produtotem sido associada a lacrimejamento, irritação das mucosas e membranas nasais e sintomas respiratórios como chiado no peito,tosse, falta de ar e aperto no peito. O estudo incluiu mais de 1.000 trabalhadores em 11 estabelecimentos cujas linhas de evisceração,em que os trabalhadores removem órgãos e limpam carcaças, operavam em velocidades entre 140 e 175 aves por minuto.
O estudo está disponível em: https://encurtador.com.br/bt9rg.
Fonte: https://encurtador.com.br/thfqS. Acesso em: 28 mar. 2025.

Califórnia adiciona acetato de vinila como cancerígeno à Proposta 65
O California’s Office of Environmental Health Hazard Assessment (OEHHA) adicionou acetato de vinila à sua lista de produtos químicos regulamentados pela Proposta 65. O acetato de vinila é usado principalmente na produção de polímeros e copolímeros e como aditivo alimentar. O produto químico foi adicionado à lei da Califórnia que protege os residentes de substâncias que causam câncer, defeitos congênitos ou danos reprodutivos depois que o Carcinogen Identification Committee (CIC) do estado determinou que o acetato de vinila foi “claramente demonstrado como causador de câncer”. A listagem da Proposta 65 de acetato de vinila entrou em vigor em 3 de janeiro.
Fonte: https://www.aiha.org/news/250206-california-adds-vinyl-acetate-to-proposition-65-list-as-a-carcinogen. Acesso em: 28 mar. 2025.

Painel coleta dados sobre silicose em atividades com pedra artificial na Califórnia
Um novo painel disponível no Occupational Health Branch do California Department of Public Health (CDPH) contém dados de vigilância para casos de silicose causada pela poeira de pedra artificialrelatados ao estado desde 2019, o ano em que a vigilância começou. O painel coleta dados de registros de utilização de hospitaisem todo o estado, relatórios voluntários de provedores de saúde e membros da comunidade, acompanhamento de saúde públicade testes médicos obrigatórios que ocorrem após investigações no local de trabalho e relatórios de médicos sobre lesões ou doençasocupacionais.
Fonte: https://encurtador.com.br/cgO4t. Acesso em: 28 mar. 2025.

Exposições a ruído e ototóxicos podem prejudicar a audição de trabalhadores de reciclagem
Um novo documento – “Workplace Solutions” – publicado pelo NIOSH fornece informações sobre perda auditiva entre os quase 160.000 trabalhadores de reciclagem em instalações dos EUA que lidam com sucata automotiva ou industrial, lixo eletrônico e outros materiais. Exposições a ruído e a ototóxicos, ou produtos químicos que podem danificar a audição, podem contribuir para o risco de perda auditiva para trabalhadores de reciclagem, explica a publicação. Exemplos de ototóxicos potenciais incluem chumbo e cádmio, substâncias que o NIOSH encontrou durante avaliações de risco à saúde em centros de reciclagem de lixo eletrônico e outras instalações de reciclagem. Como os trabalhadores de reciclagem provavelmente estão expostos a ototóxicos e ruído, a agência observa que a exposição combinada pode contribuir para maiores danos à audição. O novo documento do NIOSH (National Institute for Occupational Safety and Health) descreve controles que podem ajudar a prevenir efeitos adversos de ruído e exposições químicas em trabalhadores de reciclagem.
O documento pode ser encontrado em: https://www.cdc.gov/niosh/docs/wp-solutions/2025-100/default.html
Fonte: https://www.aiha.org/news/241219-niosh-exposures-to-noise-ototoxicants-can-damage-recycling-workers-hearing. Acesso em: 28 Mar. 2025.
NIOSH divulga lista atualizada de medicamentos perigosos em ambientes de assistência médica
O NIOSH lançou a atualização de 2024 de sua Lista de Medicamentos Perigosos em Ambientes de Saúde, uma ferramenta que ajuda os empregadores a identificar medicamentos que são perigosos para a saúde e a segurança dos trabalhadores que os manuseiam. De acordo com o press release do NIOSH, o novo documento revisa a versão de 2016 da lista, removendo sete medicamentos, adicionando 25 e incluindo 12 itens com informações especiais de manuseio fornecidas pelos fabricantes. Os medicamentos revisados para esta atualização foram aqueles que receberam novas aprovações ou novos avisos de segurança do Centro de Avaliação e Pesquisa de Medicamentos da Food and Drug Administration (FDA) dos EUA entre janeiro de 2014 e dezembro de 2015, afirma o NIOSH (National Institute for Occupational Safety and Health).
Lista disponível em: https://encurtador.com.br/mWqrs.
Fonte: https://www.aiha.org/news/250109-niosh-releases-updated-list-of-hazardous-drugs-in-healthcare-settings. Acesso em: 28 mar. 2025.
NIOSH investiga o maior surto de Blastomicose nos Estados Unidos
A investigação do NIOSH sobre o maior surto documentado de blastomicose nos Estados Unidos, que também foi o primeiro associado a um local de trabalho industrial, é assunto do Morbidity and Mortality Weekly Report (MMWR) do CDC de 2 de janeiro de 2025. A blastomicose é uma doença fúngica rara causada pela inalação de esporos de Blastomyces. O surto envolveu 162 casos entre trabalhadores de uma fábrica de papel em Delta Count, Michigan, entre 1º de novembro de 2022 e 15 de maio de 2023. Dezoito trabalhadores com blastomicose foram hospitalizados e um trabalhador morreu.
Mais informações sobre surto em: https://abrir.link/WncJA.
Fonte: https://www.aiha.org/news/250116-niosh-investigates-largest-documented-blastomycosis-outbreak-in-the-united-states. Acesso em: 28 mar. 2025.
NIOSH atualiza política científica sobre testes de ajuste para dispositivos de proteção auditiva
Uma atualização publicada pelo NIOSH em janeiro esclarece a política da agência para determinar a atenuação de ruído ou som fornecida por dispositivos de proteção auditiva aos usuários. O NIOSH agora “recomenda que os empregadores usem testes quantitativos de ajuste individual para avaliar a atenuação recebida pelos trabalhadores de seus dispositivos de proteção auditiva”, afirma a atualização. As novas recomendações substituem a orientação sobre a redução de protetores auditivos dos capítulos 1 e 6 dos Critérios para um Padrão Recomendado do NIOSH de 1998 — Exposição ao Ruído Ocupacional.
Fonte: https://www.aiha.org/news/250130-niosh-updates-science-policy-on-fit-testing-for-hearing-protection-devices. Acesso em: 28 mar. 2025.
Exposição ao mercúrio é uma preocupação na reciclagem de resíduos eletrônicos
O crescimento da indústria de reciclagem de lixo eletrônico levanta desafios relacionados à saúde dos trabalhadores, em parte, devido aos riscos da exposição ocupacional ao mercúrio, de acordo com um relatório publicado pelo CDC em janeiro. Os trabalhadores dessa indústria podem ser expostos ao mercúrio por meio da inalação de vapor e poeira contendo mercúrio. O relatório do CDC se concentra nos resultados de uma avaliação de risco à saúde do NIOSH de uma instalação de reciclagem de lixo eletrônico e lâmpadas em Ohio, que encontrou níveis excedendo o Índice de Exposição Biológica (BEI) da ACGIH de mercúrio inorgânico na urina de seis dos 14 trabalhadores, um dos quais trabalhava fora da área de reciclagem de lâmpadas (o BEI da ACGIH é 20 μg/g de creatinina). A amostragem de ar ambiental encontrou mercúrio em todas as amostras de ar de áreas diretas, incluindo aquelas de “áreas de não produção”, como uma sala de conferências e área de armazenamento de materiais, com algumas amostras excedendo o TLV da ACGIH de 25 μg/m3 e o limite de exposição recomendado (REL) do NIOSH de 50 μg/m3. Uma amostra de ar de uma área de produção excedeu o limite de exposição permitido (PEL) da OSHA de 100 μg/m3. Essas descobertas mostram que todos os trabalhadores nesses tipos de instalações, mesmo aqueles que não estão diretamente envolvidos com processos de reciclagem de resíduos eletrônicos, correm risco de exposição ao mercúrio, explica o relatório.
Disponível em: https://www.cdc.gov/mmwr/volumes/74/wr/mm7401a2.htm.
Fonte: https://www.aiha.org/news/250206-cdc-mercury-exposure-a-concern-in-electronic-waste-recycling. Acesso em: 28 mar. 2025.

California Standards Board adota padrão permanente de sílica
O Occupational Safety and Health Standards Board, a agência de definição de padrões dentro da California Division of Occupational Safety and Health (Cal/OSHA), votou, no final de dezembro, para adotar permanentemente o padrão temporário de emergência do estado para sílica. O padrão é particularmente destinado a proteger pessoas que trabalham com pedra artificial da doença pulmonar progressiva e incurável silicose, de acordo com um comunicado à imprensa do Departamento de Relações Industriais da Califórnia.
O novo padrão está disponível em: https://encurtador.com.br/PxqpR.
Fonte: https://www.aiha.org/news/250109-california-standards-board-adopts-permanent-silica-standard. Acesso em: 28 mar. 2025.
Nevada implementa orientação para nova regulamentação de doenças causadas pelo calor
Acesso em: 28 mar. 2025.
A OSHA (Occupational Safety and Health Administration) de Nevada divulgou orientações para a nova regulamentação do estado que protege os trabalhadores contra doenças causadas pelo calor. O Departamento de Negócios e Indústria de Nevada anunciou em novembro de 2024 que a regulamentação havia sido protocolada pelo Secretário de Estado de Nevada e entrou em vigor imediatamente. A regulamentação exige que as empresas de Nevada com mais de 10 funcionários realizem uma análise única de riscos e condições de trabalho que podem provocar doenças causadas pelo calor. Se assim for, os empregadores devem desenvolver programas de segurança por escrito, procedimentos de emergência e protocolos de treinamento para proteger os trabalhadores. O documento de orientação para prevenção de doenças causadas pelo calor tem como objetivo ajudar os empregadores e trabalhadores afetados a entender os novos requisitos regulatórios.
Disponível em: https://encurtador.com.br/Gt1l3.
Fonte: https://www.aiha.org/news/250227-nevada-implements-guidance-for-new-heat-illness-regulation. Acesso em: 28 mar. 2025.

CSB (Chemical Safety Board) divulga primeiro volume de relatórios de incidentes químicos
O Conselho de Investigação de Riscos e Segurança Química dos EUA divulgou um compilado de resumos de acidentes químicos que ocorreram desde que a regra de relatórios de vazamentos acidentais da agência entrou em vigor, em março de 2020. O compilado apresenta resumos e causas prováveis de 26 incidentes em ordem cronológica, começando com o vazamento de hidrogênio e gás hidrocarboneto na refinaria Valero Meraux em Meraux, Louisiana, em abril de 2020, e concluindo com o colapso de uma torre de destilação na instalação da BASF TOTALEnergies em Port Arthur, Texas, em setembro de 2023. O CSB designou o compilado como “volume 1”, indicando que planeja publicar relatórios adicionais.
Diponível em: https://www.csb.gov/assets/1/6/CSB_Incident_Reports_Volume_One_2025-01-14_Rev_1.pdf.
Fonte: https://www.aiha.org/news/250130-csb-releases-first-volume-of-chemical-incident-reports. Acesso em: 28 mar. 2025.

Orientação aborda exposição ao óxido nitroso entre trabalhadores de maternidades
Novas orientações publicadas pelo Health and Safety Executive (HSE) da Grã-Bretanha visam ajudar a proteger os trabalhadores de maternidades da exposição ao óxido nitroso, um gás anestésico incolor usado na área da saúde. O óxido nitroso é comumente misturado ao oxigênio para ajudar a controlar a dor durante o parto, apresentando um risco de exposição para os trabalhadores que passam muito tempo nas salas de parto. O risco de exposição dos trabalhadores a níveis mais altos de óxido nitroso depende de quão bem o gás exalado pelas mulheres em trabalho de parto é controlado, de acordo com o HSE.
Fonte: https://www.aiha.org/news/250213-guidance-addresses-nitrous-oxide-exposure-among-maternity-ward-workers. Acesso em: 28 mar. 2025.

ECHA adiciona cinco produtos químicos à lista de candidatos SVHC
A European Chemicals Agency (ECHA) adicionou cinco produtos químicos perigosos à sua lista de candidatos de substâncias de alta preocupação (SVHCs) e atualizou a entrada para um produto químico adicional. SVHCs são produtos químicos que podem prejudicar as pessoas ou o meio ambiente. A inclusão de produtos químicos na lista de candidatos aciona requisitos para fornecedores, importadores e produtores sob o regulamento de Registro, Avaliação, Autorização e Restrição de Produtos Químicos (REACH).
Fonte: https://www.aiha.org/news/250227-updates-from-echa-on-hazardous-chemicals. Acesso em: 28 mar. 2025.
ECHA abre consulta sobre projeto de LEO (Limite Exposição Ocupacional) para produtos químicos usados em produtos de rejuntamento e vedação
A ECHA anunciou recentemente que está lançando uma consulta para dar suporte ao seu Comitê de Avaliação de Riscos na adoção de uma opinião sobre n-(hidroximetil) acrilamida, ou NMA, um produto químico usado na síntese de produtos de rejuntamento, vedação e estabilização de solo. Polímeros baseados em NMA, um monômero, são usados em muitas aplicações, incluindo adesivos, tintas, resinas, revestimentos e plásticos.
Fonte: https://www.aiha.org/news/250227-echa-opens-consultation-on-draft-oel-for-chemical-used-in-grouting-sealing-products. Acesso em: 28 mar. 2025.
Colaboração: Valdiney Sousa
Engenheiro de Segurança do Trabalho

EPA busca revisores para o produto químico 1,3-butadieno
Em setembro de 2024, a EPA emitiu uma chamada para indicações de revisores de pares para o rascunho da avaliação de risco do 1,3-butadieno, um produto químico industrial que a agência diz ser usado para fabricar produtos de plástico e borracha sintética, incluindo pneus. A EPA descreve o 1,3-butadieno como um gás volátil e incolor e o classifica como um carcinógeno humano, observando no Federal Register que “[…] estudos epidemiológicos demonstraram uma associação entre a exposição ao 1,3-butadieno e o aumento da incidência de leucemia em trabalhadores […]”. Uma das questões que a agência destacou como uma área de foco para a revisão por pares tem a ver com sua abordagem aos dados de amostragem de exposição que estão abaixo do Limite de Detecção (LD).
Fonte: https://www.aiha.org/news/240926-epa-seeks-peer-reviewers-for-the-industrial-chemical-1-3-butadiene. Acesso em: 16 jan. 2025.
Riscos do retardante de chamas e plastificante TCEP identificados pela EPA
Uma avaliação de risco final publicada pela EPA identifica riscos desnecessários aos trabalhadores associados ao produto químico Tris (2-cloroetil) fosfato (TCEP) sob certas condições de uso. De acordo com a agência, o TCEP é um líquido incolor usado atualmente nos EUA para fabricar tintas e revestimentos para algumas aplicações estruturais e automotivas. Ele também é usado como retardante de chamas e plastificante para algumas aplicações aeroespaciais, inclusive em polímeros usados em equipamentos e produtos na indústria. Os usos do TCEP em produtos químicos de laboratório, na fabricação de tintas e revestimentos, em tintas e revestimentos para uso industrial e comercial e em aplicações aeroespaciais e automotivas são uma preocupação para a EPA, que enfatiza que o produto químico “[…] tem o potencial de causar câncer renal, danificar o sistema nervoso e os rins e prejudicar a fertilidade […]”. Indivíduos que trabalham com formulações líquidas que contêm TCEP correm risco desnecessário tanto por inalação quanto por exposição dérmica, explica a agência.
Para saber mais ou baixar a avaliação de risco final, visite: https://encurtador.com.br/QzrM9.
Fonte: https://www.aiha.org/news/241003-epa-flame-retardant-and-plasticizer-tcep-presents-unreasonable-risk-to-workers. Acesso em: 16 jan. 2025.
Regra da EPA redefine zona de exclusão para aplicações de pesticidas
Uma regra final publicada pela EPA no Federal Register em 4 de outubro restaura os requisitos relacionados à Zona de Exclusão de Aplicação, ou ZEA, sob o Padrão de Proteção ao Trabalhador Agrícola da agência. A ZEA é uma área na qual trabalhadores e espectadores são proibidos de entrar enquanto pesticidas estão sendo aplicados. Os requisitos da ZEA foram originalmente definidos em 2015 e revisados substancialmente em 2020, quando o tamanho da ZEA foi limitado a 25 pés (7,62m) para algumas aplicações.
Para mais informações, consulte o comunicado à imprensa da EPA e o texto da regra em: https://encurtador.com.br/95Ba2.
Fonte: https://www.aiha.org/news/241017-epa-rule-resets-exclusion-zone-for-pesticide-applications. Acesso em: 23 nov. 2024.
EPA atualiza orientação de ventilação para evitar a propagação de vírus
Orientações atualizadas da EPA apresentam estratégias de ventilação para prevenir a disseminação de vírus respiratórios em casas, escolas, escritórios e prédios comerciais. Um comunicado à imprensa da agência diz que as orientações incorporam a ciência mais recente sobre qualidade do ar interno e recomendações recentes do Center for Disease Control (CDC).
Fonte: https://www.aiha.org/news/241107-epa-updates-ventilation-guidance-to-prevent-virus-spread. Acesso em: 16 jan. 2025.
Avaliação de risco revisada da EPA considera exposições no local de trabalho ao solvente 1,4-dioxano
A EPA lançou um suplemento para a determinação de risco para 1,4-dioxano, um solvente usado em aplicações laboratoriais e industriais, bem como em sabões de louça e detergentes para roupas usadas por serviços de limpeza e lavanderias.
Para obter mais informações sobre a avaliação de risco e o suplemento do 1,4-dioxano da EPA, visite o site da agência: https://www.epa.gov/assessing-and-managing-chemicals-under-tsca/risk-evaluation-14-dioxane
Fonte: https://www.aiha.org/news/241121-revised-epa-risk-evaluation-accounts-for-workplace-exposures-to-solvent-1-4-dioxane. Acesso em: 16 jan. 2025.

Novo padrão de aquecimento do Estado de Maryland nos Estados Unidos está em vigor
Um novo padrão desenvolvido pela Maryland Occupational Safety and Health (MOSH) tem como objetivo prevenir doenças causadas pelo calor entre os trabalhadores do Estado. O regulamento foi publicado recentemente no Maryland Register e entrou em vigor em 30 de setembro de 2024. O padrão se aplica a locais de trabalho internos e externos onde os funcionários são expostos a um índice de calor de 80 F ou mais. Certas operações de emergência e serviços essenciais estão isentos do padrão, e o regulamento não se aplica a espaços que tenham um sistema de ventilação mecânica ou ventilador que mantenha o índice de calor abaixo de 80 F (26.7℃). O padrão também não se aplica a exposições incidentais, que o MOSH descreve como instâncias “[…] quando um funcionário não é obrigado a executar atividades de trabalho por mais de 15 minutos consecutivos por hora […]”.
O novo padrão está disponível em: https://www.labor.maryland.gov/labor/mosh/09.12.32.pdf.
Fonte: https://www.aiha.org/news/241003-marylands-new-heat-standard-is-in-effect. Acesso em: 16 jan. 2025.

Benzeno entre os cinco perfis de toxicidade divulgados para comentários públicos
Um novo rascunho de perfil toxicológico para benzeno está disponível na Agency for Toxic Substances and Disease Registry (ATSDR). Perfis toxicológicos são avaliações revisadas por pares deinformações toxicológicas sobre substâncias perigosas. Cada perfil toxicológico inclui discussões sobre os efeitos de uma substânciana saúde, sua relevância para a saúde pública, seu potencial para exposição humana, regulamentações e diretrizes relacionadas àsubstância e outras informações. Os comentários sobre os rascunhos dos perfis devem ser enviados até 6 de fevereiro de 2025.
Maisinformações sobre como enviar comentários estão disponíveis no Federal Register em: https://encurtador.com.br/OGZD9.
Fonte: https://www.aiha.org/news/241114-benzene-among-five-tox-profiles-released-for-public-comment. Acesso em: 16 jan. 2025.

Novo kit de ferramentas do NIOSH visa a ajudar a indústria da construção na prevenção de riscos através de projeto (PtD)
Um novo kit de ferramentas publicado em setembro de 2024 pelo NIOSH tem como objetivo ajudar empresas de construção e empreiteiros a projetar trabalhos para remover riscos significativos para trabalhadores da construção. O “Prevention through Design Toolkit for the Construction Industry” foca na prevenção de quedas, redução de incidentes de colisão em zonas de trabalho de rodovias e durante a construção de edifícios e eliminação de riscos na construção residencial. A iniciativa Prevention through Design (PtD) do NIOSH promove o conceito de “projetar”ou minimizar riscos e perigos para prevenir e controlar lesões ocupacionais, doenças e fatalidades. De acordo com a agência, o PtD “[…] é a maneira mais confiável e eficaz de proteger os trabalhadores […]”.
O kit de ferramentas está disponível para download em: https://www.cdc.gov/niosh/docs/2024-124
Fonte: https://www.aiha.org/news/240926-niosh-toolkit-aims-to-help-construction-industry-design-out-hazards. Acesso em: 16 jan. 2025.
NIOSH publica avaliação ergonômica de tarefas de armazenagem
Uma nova Avaliação de Risco à Saúde (ARS) do NIOSH apresenta as recomendações do pessoal da agência que avaliou riscos ergonômicos e sintomas de saúde musculoesquelética de funcionários em uma instalação de distribuição para uma agência de logística. A instalação empregava aproximadamente 500 pessoas cujas tarefas envolviam coleta, embalagem, processamento, armazenamento, carga e descarga. De 2013 a 2018, 99 ferimentos em trabalhadores no local foram relatados à OSHA. Esses ferimentos ocorreram como resultado do manuseio manual de materiais; escorregões, tropeços e quedas; e operação de equipamentos de movimentação de materiais.
A convite dos gerentes das instalações preocupados com lesões musculoesqueléticas, o NIOSH visitou as instalações em janeiro de 2019. O relatório do HHE é datado de março de 2024, mas só foi disponibilizado recentemente no site da agência.
Para mais informações, leia o relatório do ARS em: https://www.cdc.gov/niosh/hhe/reports/pdfs/2018-0195-3395.pdf.
Fonte: https://www.aiha.org/news/241017-niosh-publishes-ergonomic-evaluation-of-warehousing-tasks. Acesso em: 16 jan. 2025.
Soluções inovadoras para testes de ajustes de respiradores surgem a partir de desafio do NIOSH
A solução vencedora da fase final do Respirator Fit Evaluation Challenge do NIOSH é um aplicativo que detecta vazamentos ou lacunas ao longo da vedação facial de um respirador usando uma câmera infravermelha, anunciou a agência. De acordo com o NIOSH, a solução que ficou em segundo lugar é “[…] um testador de ajuste quantitativo, de código aberto e de baixo custo que combina uma sonda de amostragem não destrutiva exclusiva com um contador de partículas de condensação de código aberto para calcular uma medição de ajuste […]”. A agência descreve a solução que ficou em terceiro lugar como “[…] um sensor contínuo de pressão/temperatura que usa aprendizado de máquina para notificar o usuário sobre a condição de ajuste de um respirador durante o uso […]”.
Mais informações sobre os vencedores podem ser encontradas em: https://encurtador.com.br/t6QK1.
Fonte: https://www.aiha.org/news/241024-solutions-to-improve-respirator-fit-testing-emerge-from-niosh-challenge. Acesso em: 10 dez. 2024.
NIOSH avalia perigos do mercúrio e do ruído em instalação de reciclagem de lâmpadas
Em setembro, o NIOSH divulgou um Relatório de Avaliação de Risco à saúde (RAR), fornecendo um conjunto de controles recomendados para riscos de mercúrio e ruído em uma instalação de reciclagem de lâmpadas. A pedido da gerência, o NIOSH visitou a instalação para medir as exposições de funcionários ao mercúrio e ao ruído e observar como a equipe de 15 pessoas separava e triturava lâmpadas manualmente e por meio do uso de máquinas. Pós de fósforo de lâmpadas quebradas podem conter mercúrio, que pode ser emitido para o ar, explica o relatório do RAR.
Fonte: https://www.aiha.org/news/241031-niosh-evaluates-mercury-and-noise-hazards-at-lightbulb-recycling-facility. Acesso em: 16 jan. 2025.
NIOSH solicita comentários sobre o risco da exposição da pele a cinco produtos químicos
Um aviso do NIOSH no Federal Register solicita comentários sobre a exposição da pele a cinco produtos químicos: álcool alílico, formamida, ácido fórmico, fenotiazina e ácido pícrico. As notações de pele são avisos de perigo que alertam trabalhadores e empregadores sobre os riscos à saúde das exposições da pele a produtos químicos no local de trabalho. Os perfis fornecem a justificativa científica por trás das notações de pele.
Fonte: https://www.aiha.org/news/241107-niosh-requests-comments-on-five-draft-skin-notation-profiles. Acesso em: 16 jan. 2025.
Seleção de respiradores na área da saúde
Um novo folheto informativo publicado pelo NIOSH explica os tipos de respiradores disponíveis para profissionais de saúde e considerações
para selecionar o dispositivo apropriado. Os respiradores aprovados para uso em saúde incluem máscara facial filtrante, meia-máscara elastomérica e respiradores purificadores de ar motorizados. Visite o site do NIOSH para baixar a ficha informativa em: https://www.cdc.gov/niosh/docs/2025-102/pdfs/2025-102.pdf?id=10.26616/NIOSHPUB2025102.
Fonte: https://www.aiha.org/news/241121-niosh-fact-sheet-addresses-respirator-selection-in-healthcare. Acesso em: 10 dez. 2024.

OSHA destaca asfixia e riscos criogênicos de operações de congelamento rápido
Processos de congelamento rápido que liberam nitrogênio líquido e dióxido de carbono apresentam riscos de asfixia e criogenia para os trabalhadores, enfatiza a OSHA em um novo alerta de risco. O alerta segue várias investigações recentes da agência sobre incidentes fatais envolvendo liberações de nitrogênio e dióxido de carbono de congeladores instantâneos. Os comentários devem ser enviados até 27 de dezembro.
Para mais informações, consulte o aviso do Federal Register em: https://encurtador.com.br/ah6T3.
Fonte: https://www.aiha.org/news/241107-osha-highlights-asphyxiation-cryogenic-hazards-of-flash-freezing-operations. Acesso em: 10 dez. 2024.

Atualizada orientação para uso de ferramentas pneumáticas portáteis
O Institut de Recherche Robert-Sauvé en Santé et en Sécurité du Travail (IRSST) atualizou sua ficha informativa sobre a proteção de usuários de ferramentas pneumáticas portáteis contra ruídos e vibrações perigosos. De acordo com o site do IRSST, ruídos e vibrações gerados por ferramentas pneumáticas portáteis podem, ao longo dos anos, causar efeitos na saúde, como surdez, distúrbios musculoesqueléticos e uma condição conhecida como síndrome de Reynaud, na qual os dedos ficam brancos devido à redução do fluxo sanguíneo. A ficha informativa fornece gráficos que descrevem as faixas de ruído e vibração geradas por ferramentas comumente usadas em oficinas de reparo de automóveis, incluindo lixadeiras, chaves de catraca, retificadoras, chaves de impacto e martelos pneumáticos, bem como controles recomendados pelo IRSST.
As informações estão disponíveis em: https://www.irsst.qc.ca/en/publications-tools/publication/i/101198.
Fonte: https://www.aiha.org/news/241114-irsst-updates-guidance-for-hand-held-pneumatic-tool-use. Acesso em: 16 jan. 2025.

IARC publica monografias sobre aspartame e compostos aromatizantes
A Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC) publicou o volume 134 de sua série de monografias, que avalia a carcinogenicidade do adoçante artificial aspartame e dos compostos aromatizantes metileugenol e isoeugenol. O aspartame tem sido usado em alimentos e bebidas por décadas. Atualmente, suas maiores concentrações são encontradas em adoçantes de mesa, gomas de mascar e suplementos alimentares, de acordo com o IARC. Um grupo de trabalho do IARC classificou o aspartame como grupo 2B, possivelmente cancerígeno para humanos, com base em evidências limitadas de uma associação entre o consumo de aspartame e câncer de fígado. Esta conclusão foi baseada em três estudos de consumo de bebidas adoçadas artificialmente.
O grupo de trabalho também encontrou evidências limitadas de uma ligação entre aspartame e câncer em animais usados para experimentos e evidências mecanicistas limitadas para a carcinogenicidade do aspartame. Em ambientes ocupacionais, as maiores exposições potenciais ocorrem para trabalhadores que manuseiam manualmente o pó de aspartame.
O volume 134 da série de monografias do IARC está disponível em: https://publications.iarc.who.int/627
Fonte: https://www.aiha.org/news/240926-iarc-publishes-monographs-on-aspartame-two-flavoring-substances. Acesso em: 16 jan. 2025.
Colaboração: Valdiney Sousa
Engenheiro de Segurança do Trabalho
